AGUARDO RESPOSTA DE LEO,EVERTON,Y DEMAIS CAMARAS :ANTONIO CARLOS FRAGA MACHADO CCEE - CAMARA DE COMERC DE ENERGIA ELEC, CC-UU-TUS2CSSNT /6467; ALAMEDA SANTOS
ESTUFA- PAULO CESAR BORGES HANRIOT , 55-31-9191-5417,
PARADIGMA, MARCELO VILA NOVA , 55-11 2106.33OO ,
CONFRAPAR, PAULO CESAR BORGES HANRIOT, paulo.hanriot@confrapar.com.br
REIVAX, PATRICIO VALENZUELA ARELLANO, FLORIANOPOLIS,SC,55.48.3027
ATITEL, TULIO TAMIETTI GALHANO- WWW.ATI.COM.BR E MARCIO AUGUSTO 5531-2105.3100
CONCERT TECHNOLOGIES AUTOMATIZACION DE CENTRALES ELETRICAS, LEONARDO FARES MENHEM
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viernes, 19 de febrero de 2010
CRISIS DEL SECTOR ELECTRICO BRASILERO 2001
En 2001, el sector eléctrico sufrió una grave crisis de abastecimiento que culminó en un plan de racionamiento de energía eléctrica. Ese hecho generó una serie de planteamientos sobre los rumbos que el sector eléctrico estaba siguiendo. Objetivando adecuar el modelo en implantación, fue instituido en 2002 el Comité de Revitalización del Modelo del Sector Eléctrico, cuyo trabajo resultó en un conjunto de propuestas de alteraciones en el Sector Eléctrico Brasileño.
Durante los años de 2003 y 2004, el Gobierno Federal lanzó las bases de un nuevo modelo para el Sector Eléctrico Brasileño, sostenido por las Leyes nº 10.847 y 10.848, del 15 de marzo de 2004 y por el Decreto nº 5.163, del 30 de julio de 2004.
En términos institucionales, el nuevo modelo definió la creación de una institución responsable por la planificación del sector eléctrico a largo plazo (la Empresa de Investigación Energética – EPE, por sus siglas en portugués), una institución con la función de evaluar permanentemente la seguridad del suministro de energía eléctrica (el Comité de Monitoreo del Sector Eléctrico – CMSE) y una institución para dar continuidad a las actividades del MAE, relativas a la comercialización de energía eléctrica en el sistema interconectado (la Cámara de Comercialización de Energía Eléctrica – CCEE).
Con relación a la comercialización de energía, fueron instituidos dos ambientes para la celebración de contratos de compra y venta de energía, el Ambiente de Contratación Regulada (ACR), en el cual participan Agentes de Generación y de Distribución de energía eléctrica, y el Ambiente de Contratación Libre (ACL), en el cual participan Agentes de Generación, Comercialización, Importadores y Exportadores
Durante los años de 2003 y 2004, el Gobierno Federal lanzó las bases de un nuevo modelo para el Sector Eléctrico Brasileño, sostenido por las Leyes nº 10.847 y 10.848, del 15 de marzo de 2004 y por el Decreto nº 5.163, del 30 de julio de 2004.
En términos institucionales, el nuevo modelo definió la creación de una institución responsable por la planificación del sector eléctrico a largo plazo (la Empresa de Investigación Energética – EPE, por sus siglas en portugués), una institución con la función de evaluar permanentemente la seguridad del suministro de energía eléctrica (el Comité de Monitoreo del Sector Eléctrico – CMSE) y una institución para dar continuidad a las actividades del MAE, relativas a la comercialización de energía eléctrica en el sistema interconectado (la Cámara de Comercialización de Energía Eléctrica – CCEE).
Con relación a la comercialización de energía, fueron instituidos dos ambientes para la celebración de contratos de compra y venta de energía, el Ambiente de Contratación Regulada (ACR), en el cual participan Agentes de Generación y de Distribución de energía eléctrica, y el Ambiente de Contratación Libre (ACL), en el cual participan Agentes de Generación, Comercialización, Importadores y Exportadores
viernes, 1 de enero de 2010
LEILAO DE ENERGIA NO BRASIL
O mais recente leilão de energia ocorrido no país mostra que o sistema de negociação criado para o setor está entre os mais desenvolvidos do mundo e começa a servir de exemplo a outros países
Dida Sampaio/AE Parque eólico no Ceará: o último leilão derrubou o preço da energia dos ventos Por Roberta Paduan | 23.12.2009 | 00h01
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Há exatos cinco anos, o Brasil inaugurava, de modo cinematográfico, um novo sistema de negociação de energia elétrica. Na ocasião, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, uma espécie de bolsa privada de negócios designada para realizar as transações do setor, montou uma operação de segurança máxima para promover o primeiro leilão de energia do país. Os participantes da disputa -- os principais executivos das empresas de geração -- foram isolados em suítes de um hotel da capital paulista. Antes de ingressar, todos tiveram de passar por detectores de metal para impedir a entrada de celulares, canetas, alianças ou qualquer objeto que pudesse ocultar transmissores ou receptores de sons, imagens ou dados. Dentro dos quartos, submetidos a uma varredura minuciosa, apenas mesas, cadeiras, computadores previamente vistoriados e um telefone que só se conectava com a central de apoio da CCEE. Uma vez na suíte, ninguém entrava ou saía antes do término do leilão.
|Veja também
O objetivo de tantas restrições era evitar o vazamento de informação. O maior receio do governo -- que havia recém-aprovado em lei o novo modelo de negociação -- era que os concorrentes conseguissem combinar preços, o que colocaria por terra todo o aparato pró-competição que se tentava criar na época. Há poucos dias, o 28o leilão de energia realizado no país, exclusivamente para usinas eólicas, contou com um aparato de segurança bem mais modesto. Cada empresa se reuniu onde bem entendeu e participou da negociação pela internet. A redução da segurança, no entanto, não diminuiu o nível de competição -- nem de estresse -- do evento. "A maior prova de que o leilão cumpriu seu papel foi o número de participantes e o preço final da energia", afirma Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, centro de estudos de energia elétrica. Inicialmente, 341 projetos de usinas foram inscritos, embora o número de participantes que efetivamente entraram na negociação seja mantido em sigilo. Sabe-se que 71 usinas saíram vencedoras. Essas usinas ainda não existem -- por enquanto são apenas projetos que terão de ser instalados até 2012 nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio Grande do Sul e Sergipe para então produzir energia a partir do vento. No quesito preço, o leilão registrou o maior deságio médio de todos os realizados até agora, 21,5%. Em vez dos 189 reais por megawatt-hora médio estabelecidos como teto pelo Ministério de Minas e Energia, os contratos foram fechados por 148 reais, em média.
Os preços, que surpreenderam todo o setor, foram alcançados ao final de quase 8 horas de negociações. A CCEE funciona como uma bolsa que reúne produtores de energia (as geradoras) e consumidores (as distribuidoras, que vendem energia ao cidadão comum e às empresas). Na verdade, as distribuidoras não participam diretamente do leilão -- elas informam previamente ao governo quanto de energia precisarão no futuro, e a CCEE usa essa informação para executar a comercialização. Na hora do leilão, a CCEE busca baixar o preço até o limite em que a oferta cubra a demanda. Na prática, um sistema informatizado comanda o leilão e desconta, a cada lance, um percentual fixo do preço definido como máximo. A cada redução, os participantes são indagados pelo sistema se aceitam ou não vender a energia ofertada naquele valor. Assim que todos respondem, o sistema elimina os que declinaram e verifica se a quantidade de energia ofertada atende ao volume que se pretende comprar. Enquanto a oferta permanece maior que demanda, o sistema continua baixando o preço.
Dida Sampaio/AE Parque eólico no Ceará: o último leilão derrubou o preço da energia dos ventos Por Roberta Paduan | 23.12.2009 | 00h01
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Há exatos cinco anos, o Brasil inaugurava, de modo cinematográfico, um novo sistema de negociação de energia elétrica. Na ocasião, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, uma espécie de bolsa privada de negócios designada para realizar as transações do setor, montou uma operação de segurança máxima para promover o primeiro leilão de energia do país. Os participantes da disputa -- os principais executivos das empresas de geração -- foram isolados em suítes de um hotel da capital paulista. Antes de ingressar, todos tiveram de passar por detectores de metal para impedir a entrada de celulares, canetas, alianças ou qualquer objeto que pudesse ocultar transmissores ou receptores de sons, imagens ou dados. Dentro dos quartos, submetidos a uma varredura minuciosa, apenas mesas, cadeiras, computadores previamente vistoriados e um telefone que só se conectava com a central de apoio da CCEE. Uma vez na suíte, ninguém entrava ou saía antes do término do leilão.
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O objetivo de tantas restrições era evitar o vazamento de informação. O maior receio do governo -- que havia recém-aprovado em lei o novo modelo de negociação -- era que os concorrentes conseguissem combinar preços, o que colocaria por terra todo o aparato pró-competição que se tentava criar na época. Há poucos dias, o 28o leilão de energia realizado no país, exclusivamente para usinas eólicas, contou com um aparato de segurança bem mais modesto. Cada empresa se reuniu onde bem entendeu e participou da negociação pela internet. A redução da segurança, no entanto, não diminuiu o nível de competição -- nem de estresse -- do evento. "A maior prova de que o leilão cumpriu seu papel foi o número de participantes e o preço final da energia", afirma Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, centro de estudos de energia elétrica. Inicialmente, 341 projetos de usinas foram inscritos, embora o número de participantes que efetivamente entraram na negociação seja mantido em sigilo. Sabe-se que 71 usinas saíram vencedoras. Essas usinas ainda não existem -- por enquanto são apenas projetos que terão de ser instalados até 2012 nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Rio Grande do Sul e Sergipe para então produzir energia a partir do vento. No quesito preço, o leilão registrou o maior deságio médio de todos os realizados até agora, 21,5%. Em vez dos 189 reais por megawatt-hora médio estabelecidos como teto pelo Ministério de Minas e Energia, os contratos foram fechados por 148 reais, em média.
Os preços, que surpreenderam todo o setor, foram alcançados ao final de quase 8 horas de negociações. A CCEE funciona como uma bolsa que reúne produtores de energia (as geradoras) e consumidores (as distribuidoras, que vendem energia ao cidadão comum e às empresas). Na verdade, as distribuidoras não participam diretamente do leilão -- elas informam previamente ao governo quanto de energia precisarão no futuro, e a CCEE usa essa informação para executar a comercialização. Na hora do leilão, a CCEE busca baixar o preço até o limite em que a oferta cubra a demanda. Na prática, um sistema informatizado comanda o leilão e desconta, a cada lance, um percentual fixo do preço definido como máximo. A cada redução, os participantes são indagados pelo sistema se aceitam ou não vender a energia ofertada naquele valor. Assim que todos respondem, o sistema elimina os que declinaram e verifica se a quantidade de energia ofertada atende ao volume que se pretende comprar. Enquanto a oferta permanece maior que demanda, o sistema continua baixando o preço.
lunes, 2 de noviembre de 2009
INVESTIMENTOS DAS CONSTRUTORAS EN ENERGIA ELETRICA
Odebrecht tenta negociar com o americano Duke Energy a aquisição de sua subsidiária internacional de geração.
O forte movimento de investimentos das grandes empreiteiras na área de energia elétrica deve culminar com a compra, pelo grupo Odebrecht, de uma companhia do setor. Atrasada em relação a suas principais concorrentes - Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez -, que já fincaram raízes no setor, a Odebrecht está estruturando propostas ousadas para vários grupos. Sem sucesso em algumas investidas, a empresa tenta agora negociar com a direção do grupo americano Duke Energy a aquisição de sua subsidiária internacional de geração, com ativos em toda a América do Sul, conforme apurou o Valor. Se essa operação for confirmada, as empreiteiras passarão a ser responsáveis por cerca de 12% da geração de energia no país.
O presidente da Odebrecht Investimentos em Infraestrutura, Felipe Jens, confirma a disposição em investir. Diz que, para crescer rapidamente, é preciso comprar empresas já prontas, mas informa que nenhum ativo está em estudo com profundidade no momento. Fontes próximas à empresa dizem, entretanto, que o que falta são ativos à venda.
Neste ano, os principais lances das empreiteiras no setor foram dados em janeiro pela Camargo Corrêa, ao desembolsar mais de R$ 2,5 bilhões para se tornar a principal acionista da CPFL Energia, e mais recentemente pela Andrade Gutierrez, que firmou um contrato para comprar mais de 30% das ações com direito a voto da Cemig, o correspondente a 14% do capital total da estatal mineira. Trata-se também de um investimento de bilhões de reais. Camargo e Andrade assumem dessa forma posição preponderante em duas das três maiores distribuidoras do país.
O movimento desses grupos - que até início dos anos 90 eram basicamente contrutoras de obras públicas - em direção ao setor elétrico tem dois objetivos. Primeiro, buscam se beneficiar da estabilidade na geração de caixa das empresas de energia, cujas ações, justamente por isso, são vistas no mercado de capitais como papéis defensivos. O segundo motivo é que existe grande sinergia entre construtoras e empresas que investem em hidrelétricas, principalmente em novos projetos como Belo Monte e as usinas do rio Madeira.
O forte movimento de investimentos das grandes empreiteiras na área de energia elétrica deve culminar com a compra, pelo grupo Odebrecht, de uma companhia do setor. Atrasada em relação a suas principais concorrentes - Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez -, que já fincaram raízes no setor, a Odebrecht está estruturando propostas ousadas para vários grupos. Sem sucesso em algumas investidas, a empresa tenta agora negociar com a direção do grupo americano Duke Energy a aquisição de sua subsidiária internacional de geração, com ativos em toda a América do Sul, conforme apurou o Valor. Se essa operação for confirmada, as empreiteiras passarão a ser responsáveis por cerca de 12% da geração de energia no país.
O presidente da Odebrecht Investimentos em Infraestrutura, Felipe Jens, confirma a disposição em investir. Diz que, para crescer rapidamente, é preciso comprar empresas já prontas, mas informa que nenhum ativo está em estudo com profundidade no momento. Fontes próximas à empresa dizem, entretanto, que o que falta são ativos à venda.
Neste ano, os principais lances das empreiteiras no setor foram dados em janeiro pela Camargo Corrêa, ao desembolsar mais de R$ 2,5 bilhões para se tornar a principal acionista da CPFL Energia, e mais recentemente pela Andrade Gutierrez, que firmou um contrato para comprar mais de 30% das ações com direito a voto da Cemig, o correspondente a 14% do capital total da estatal mineira. Trata-se também de um investimento de bilhões de reais. Camargo e Andrade assumem dessa forma posição preponderante em duas das três maiores distribuidoras do país.
O movimento desses grupos - que até início dos anos 90 eram basicamente contrutoras de obras públicas - em direção ao setor elétrico tem dois objetivos. Primeiro, buscam se beneficiar da estabilidade na geração de caixa das empresas de energia, cujas ações, justamente por isso, são vistas no mercado de capitais como papéis defensivos. O segundo motivo é que existe grande sinergia entre construtoras e empresas que investem em hidrelétricas, principalmente em novos projetos como Belo Monte e as usinas do rio Madeira.
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